Autocura do Ser
Seja bem-vindo ao seu próprio despertar.
Há um momento na vida em que entender não basta. Você já compreendeu, já refletiu, já buscou respostas, mas algo continua se repetindo.
O corpo segue cansado.
Os mesmos ciclos retornam.
As decisões não se sustentam.
Isso não acontece por falta de consciência.
Acontece porque há histórias que ainda não foram encerradas.
O Autocura do Ser nasce exatamente nesse ponto. Não como promessa de cura rápida, nem como espiritualidade abstrata, nem como mais um espaço de autoconhecimento teórico.
Aqui, o trabalho é outro.
Nós atuamos onde o corpo ainda sustenta
o que a mente já entendeu há muito tempo.
Onde ciclos inconscientes permanecem ativos
e impedem que a vida siga com leveza, direção e continuidade.

Sobre o Autocura do Ser
Ciência, Consciência e Transformação
O Autocura do Ser é um movimento visionário que une ciência, espiritualidade e autoconhecimento.
Criado em 2022 por Vivian Favero, o Autocura nasceu como um chamado — um propósito de despertar consciências e traduzir a experiência humana com profundidade, responsabilidade e verdade.
Hoje, ele é muito mais do que um projeto. É um caminho vivo de cura.
Um ecossistema terapêutico e educacional onde cada história é acolhida, cada processo é respeitado e cada ser é convidado a reencontrar sua própria essência.
O Autocura do Ser existe para quem deseja se conhecer, se libertar e se transformar — não por atalhos, mas por consciência.
Talvez este espaço também seja para você.
Nossa Linha Mestra
Porque repetir histórias cansa.
E, porque o novo só começa quando o antigo encontra um fim real.
No Autocura do Ser, as rotas de cura existem para isso: não para explicar mais, nem para acelerar processos, mas para encerrar o que permanece ativo no corpo, no campo e na vida.
Cada rota atua em um nível diferente —
relações, ancestralidade, consciência, corpo e direção — reorganizando o que ficou fora de lugar e devolvendo continuidade ao viver.


Você é Sua História e Asas da Alma
são dois movimentos do mesmo processo: entender, reconhecer e encerrar.
Porque o novo não nasce do esforço,
nasce do fim que foi sustentado com consciência.
“Há histórias que não começam no nascimento, mas no instante em que a alma decide lembrar.”
Ambientes também guardam memórias.
Conflitos, perdas e repetições podem ficar impregnados no espaço e interferir no bem-estar, nas relações e na prosperidade.
Este trabalho atua na reorganização consciente do campo do ambiente, liberando informações antigas e devolvendo fluxo, leveza e clareza ao espaço.

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No Autocura do Ser, os cursos e mentorias atuam como processos de reorganização consciente, onde entendimento, corpo e experiência caminham juntos.
No Autocura formamos presença, responsabilidade e direção.
As mentorias acompanham o ritmo de cada história, respeitando o tempo do corpo e a maturação da consciência. Os cursos não entregam respostas prontas, oferecem mapas, método e base para que o novo se sustente.
Quem é Vivian Favero
“Eu não ensino atalhos. Eu ensino encerramentos. E encerramentos mudam vidas.”
Desde menina, Vivian carrega uma chama nos olhos e um chamado no peito. Uma curiosidade viva — quase ancestral — que a impulsionou a decifrar o mundo e, sobretudo, a cuidar dele.
Foi criança com alma de anciã. Assumiu pesos que não eram seus, atravessou dores que ainda não tinham nome. E foi exatamente nesse território silencioso da alma que nasceu o amor pelo saber — não como acúmulo de informação, mas como forma de sobrevivência, sentido e reparação.
A ciência a acolheu com seus mapas, microscópios e métodos. Por ela, caminhou até os lugares mais esquecidos, onde a dor não tinha remédio e o invisível doía em silêncio. Desenvolveu pesquisas, diagnósticos, trabalhou em campo, mergulhou fundo na biologia da dor. Mas, mesmo ali, entre dados e protocolos, algo nunca se calou.
Havia um sussurro constante. Um chamado que não vinha da mente — vinha da alma.
Inspirada por histórias de compaixão vivida, ela reconheceu que entender não bastava. Que explicar não encerrava. Que o corpo seguia sustentando histórias que a consciência já havia compreendido. E foi nesse ponto que algo mudou.
Ela se lembrou — porque não foi exatamente um encontro, foi um retorno — de que existem outras formas de curar. Formas que não enfrentam a história, mas a organizam. Que não prometem atalhos, mas oferecem encerramento real.
Assim nasceu o Autocura do Ser. Não como um projeto, mas como um movimento vivo. Um ecossistema terapêutico e educacional onde ciência, espiritualidade e autoconhecimento não competem — se integram.
Hoje, ela atua como ponte entre mundos: entre o sistema nervoso e o campo sutil, entre o laboratório e a vida real, entre a consciência que entende e o corpo que precisa encerrar.






